O BPN e a condenação de Oliveira Costa

Finalmente um processo que chega ao fim – descontados os habituais mecanismos de recurso que servem os réus – depois de lençóis de especulação nos jornais e nas televisões e um crescer do descrédito do sistema bancário perante os cidadãos. Perdeu-se a respeitabilidade dos bancos que alimentaram trafulhices de todo o quilate perante a ignorância dos tansos que foram multiplicando os depósitos e ficando sem o dinheiro. Pelas conexões políticas a um certo tempo do PSD no poder era importante esta clarificação para que se saiba quem tem culpa e do quê. A calhandrice irresponsável dos portugueses levou a exercícios de má-lingua e acusações torpes que não foram provadas. Poderia a justiça ter ido mais longe? Talvez. Mas uma coisa são as alegações dos jornais e o chamado jornalismo de investigação outra coisa, a investigação criminal, a dedução de acusação e a recolha de provas para documentar os artigos da acusação. Depois há a contestação, as tréplicas e demais mecanismos do processo. Finalmente o julgamento e a sentença. O BPN é o primeiro. Faço votos que o mesmo pendor criterioso se aplique ao caso BES que envolve segundo dizem os jornais – a acusação ainda não foi formulada – gestores bancários, a ex-administração da Portugal Telecom, políticos do PS, um ex-primeiro ministro.

PÚBLICO

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