O Islão na Grã-Bretanha. Observações I

Bem. Não sei se existe a tal coisa do “Islão moderado” mas os muçulmanos civilizados, as suas associações têm de perder o medo e vir a terreiro demarcar-se desta onda de obscurantismo e terror. Os “soldados do Califado” como eles se gostam de chamar falam de um tempo morto, esgotado. Não há califas nem califado e é inverosímel que a civilização islâmica ganhe o fausto e a preponderância que teve há mil anos. Não faz sentido, passou. Depois as famílias muçulmanas têm de estar atentas. Têm de ser pedagógicas, correctivas. As histórias que tenho lido nos últimos meses sobre o fenómeno do Islão na Grã-Bretanha deixam-me preocupado. É como se as famílias muçulmanas tivessem abandonado os jovens à sua sorte. Não se pode pedir que a escola ou a policia faça a função correctora que cabe às famílias cumprir. E depois dizer que há discriminação.

Imã da Mesquita de Lisboa defende que líderes religiosos têm de aumentar o tom na condenação a atos como o de esta segunda-feira em Manchester

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