Carmona Rodrigues

Espero que sim. Precisamos de uma vassourada interna. Andamos a patinar no molhado, há um ano. O PSD nunca foi um partido de yes-men, tem divergência, combate, dissenso. Hoje impera um silêncio de cemitério. Faz dezassete anos que aderi ao partido por isso mesmo, essa capacidade de se ultrapassar de começar de novo. Nunca tivemos um patriarca inquestionável. Isso sempre fez a diferença.

Entrevista ao antigo presidente da Câmara de Lisboa pelo PSD e atual mandatário da candidatura de Assunção Cristas à capital

Carmona

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