Fidel Castro

Na hipocrisia que vai aí pelas televisões não deixo de assinalar a morte de um ditador implacável, responsável por um dos últimos países comunistas do mundo, cujo regime concentracionário manteve com mão de ferro, amordaçando a oposição e mandando para os calabouços quem se lhe opunha. É mais um que desaparece e não deixa saudades. Ajuda-nos a compreender como o exercício do poder sem contrapesos é um convite ao abuso e ao autoritarismo. Juntou de forma rapace uma fortuna imensa em prédios em Havana e depósitos no estrangeiro, enquanto o seu povo vive com fome e com enormes necessidades. Uma fortuna avaliada em várias bilões de dólares. Entregou o poder ao irmão e à camarilha que governa a pequena ilha das Caraíbas. A abertura de Cuba ao mundo e a normalização de relações com os Estados Unidos contou sempre com a sua oposição. Mas a roda do tempo é implacável. Foi-se.

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