Merkel

Depois das eleições americanas as alemães e as francesas. Tenho a intuição que corridas todas estas o mundo será diferente. Angela Merkel é a única, vaga esperança, da continuidade de uma certa ideia da Europa, como espaço de unidade económica e monetária. A unidade política se até aqui era difícil tornar-se-á impossível. Com a retirada americana do aparelho de defesa europeu [e da NATO, provalmente] a Alemanha pode impulsionar uma defesa concertada europeia. Terá que deixar o complexo pacifista que manieta a sua projecção como poder pleno. Não há que ter medo e complexos, a Alemanha de hoje é uma referência da democracia europeia e os seu sistema de freios e contrapesos funciona. Tenho a sensação [pode ser que me engane] que será o ancoradouro seguro numa Europa corroída pelo nacionalismo. Olhando para o desenlace das primárias francesas pergunto-me se o terreno não está preparado para a vitória de Marina Le Pen. Os proto-candidatos socialistas são terríveis e ela pode jogar numa tecla que colou no eleitorado americano: o cansaço dos eleitores com os políticos do sistema medíocres e corruptos, a insegurança no trabalho e na sociedade, a deslocalização de postos de trabalho,

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