As palermices de Mariana Mortagua

Imaginem o que era um país governado por esta canalha. Ordem unida pela manhà, leitura do Capital pela tarde e canções revolucionárias pela noite. Quem tem alguma coisa de seu, preso, encostado à parede e pelotão de fuzilamento. Com Pol Pot fez no Cambodja e Mao na sua Revolução Socialista. Quem sai aos seus não degenera: o Pai punha bombas e assaltava bancos. Ela quer-nos impor a ditadura do proletariado.

Olha, quem produz com o que tem (e eventualmente construiu), não é abrangido pelo imposto

Os direitolas é que sem sequer saberem quanto é que teriam de pagar, já fizeram os estardalhaço todo na web a chamar nomes à malta. Muita sorte têm eles. Quando milhares de portugueses foram enfiados na pobreza e na morgue com a coligação CDS-PSD, não se queixaram. Agora, fazem o maior espalhafato por meia-dúzia de tostões.

“Os deputados esclareceram ainda que imóveis para fins produtivos estão isentos da taxa, de quantia ainda por especificar, embora todo o património de instituições bancárias e fundos imobiliários seja obrigado a pagar o novo imposto. A taxa, sendo progressiva, será apenas aplicada às propriedades que ultrapassarem o valor limite que, segundo Mortágua, poderá estar entre os 500 mil euros e o milhão.”

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“Uma família que vive numa casa de quatro milhões de euros não faz parte da classe média”, defende Mortágua e
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