Os negros fumos no horizonte

Interessante. Por acaso é o que se sente no ar. Onde será desta vez a Kristallnacht? Na Europa? No Médio Oriente? Na Ásia? Não serão só os judeus desta vez. Os fautores da destruição são mais sofisticados. E a violência poderá ser ainda maior. O mundo extrema-se: na Europa mas também por aqui onde vivo (no Mar da China a RPC anuncia uma grande prova de força naval). Nasci poucos anos depois do fim da II GM. A Europa reerguia-se das cinzas e do morticínio pela inteligência de uma geração de políticos notáveis que sentiu a amargura da guerra e o apoio norte-americano. Por ali (mas também por aqui) surgem agora políticos a desfraldar a bandeira nacionalista e a gritar em altavoz pela glória da história. Depois do Deutschland Uberalles temos a Britain Uberalles e a China Uberalles. Ensina-nos a história do século XX que mais tarde ou mais cedo isso levou à guerra. Também Hitler dizia que não queria a guerra. As trincheiras, hoje, têm outra natureza mas começam a erguer-se. Temo que as próximas gerações venham a sentir o sabor amargo da guerra e da destruição. Não estou a ser apocalíptico; apenas previdente e realista. Basta ler os sinais de fumo e o bramar dos slogans.

“Sabemos todos onde leva isto. Os holocaustos não acontecem da noite para o dia e estamos outra vez no caminho que vai dar a barbáries” A opinião da atriz e escritora Sónia Balacó:

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