Terrorismo flagela Paquistão

Apesar de aparecer pelas piores razões como um berço de terroristas o Paquistão foi o primeiro país onde se viu uma manifestação de muçulmanos de indignação com os atentados terroristas de Bruxelas. Agora 56 pessoas da minoria cristã foram assassinadas pelos terroristas. Parece que os talibans já reclamaram o atentado. O ódio rácico e extremista a quem pensa diferente é expressão da fragilidade dos islamitas. O terrorismo é sempre um sinal de fraqueza, nunca de força. O combate ao terrorismo é o designio do nosso tempo, pois a ameaça terrorista veio para ficar. Temos de conviver com ela e combatê-la. A ideia ilusória dos neoconservadores que se poderia manter a ameaça terrorista longe se eles fossem eliminados na origem provou-se irrealista e falsária. Eles procurarão, sempre, os buracos do sistema de segurança nas nossas cidades para perpetrarem as suas acções. Resta aos partidários da liberdade e `as democracias o combate firme e indeclinável ao terrorismo. Não desistir, recolher informação, classificá-la e partilhá-la no mundo da inteligente; depois monitorar os objectivos e abatê-los. Não tenhamos medo da palavra: são assassinos teleguiados; têm de ser eliminados. Não há compreensão, nem comiseração, nem reinserção.
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