O caso Banco de Portugal

Num Estado soberano não pode haver Estados dentro de Estados. As guerras pessoais nas instituições de origem não podem nem devem envenenar as relações (institucionais) entre autoridades independentes e o Governo. Não fica bem ao Partido Socialista se queixar (agora) da independência do Banco de Portugal, se aprovou na Assembleia da República o estatuto do Banco. O actual Governador foi nomeado pelo Eng.o Søcrates, sob proposta do Ministro das Finanças. António Costa fazia parte desse governo; logo aprovou também essa nomeação. É bom lembrá-lo. Quanto ao resto é chacota partidária a que se não deve dar importância. O fundamental é as autoridades falarem entre si: os lesados do BES exigem-no; fica bem ao Estado de Direito resolver de vez este assunto.

diario-economico

 

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