Crianças à espera que tomem conta delas

crianças

Impagável, Alberto Gonçalves na Sábado.
“Antes da purificação pelas chamas, convinha perceber que uma tradição de pobreza, aliada à repulsa “natural” pela responsabilidade, nos deixou assim. Embora protestem o fisco (um mero tique nervoso), os portugueses exigem que alguém tome conta deles. Metade da população depende directa e alegremente do Estado. Da metade restante, boa parte gostaria também de depender, incluindo os inúmeros “empresários” que imploram contratos, “parcerias”, “protocolos”, “fundos” e ajudinhas sortidas. Não admira o estrondoso fracasso de qualquer assomo liberal e o peculiar quadro partidário que temos.”

 

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