Vistaço

Publico

Estamos na lógica do copo meio-cheio e meio-vazio. O governo de Costa quer fazer um vistaço. A táctica é conhecida: esconde as medidas mais danosas por detrás das mais populistas. Estas deduções para ‘encher o olho‘ são mesmo para a plateia. Que deve bater palmas, em uníssono. As vezes em que estas deduções foram alteradas e reposicionadas devem ser iguais aos degraus da escadaria do Parlamento. Seria interessante perceber quanto elas pesam na perda de receitas para o Estado, em sede do IRS. Sou sensível ao recálculo da contribuição dos bancos para a economia. Até pelo apoio do Estado que usufruiram, aos rodos, nos últimos 5 anos. Há uma justiça contributiva e outra distributiva. Mas não devemos ser tolos: os agravamentos de custos de operação da banca vão-se repercutir na factura do cliente. Quer dizer, todos nós.
Percebo que a malta marxista ensalive de contente com esta festa, mas não vamos ser idiotas, sim? A subida do imposto que recai sobre os combustíveis, esse vai sopesar nas empresas e nos particulares. É a forma mais fácil de gerar receitas. O PS confia no braço de ferro dos comunistas sobre as empresas de transportes. Mas é capaz de ser curto. O resto vai-se ver.

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