Ondas de pânico (socialista)

Não se trata de uma onda de pânico mas de ser-se coerente com o que se afirmou e que constituiu a condição sine qua non para Cacavo Silva dar posse ao governo de Costa. Se houvesse a mínima indicação que os compromissos decorrentes do Tratado Orçamental não seriam cumpridos essa posse não teria acontecido. A ancoragem ao poder não vale tudo em democracia. Talvez em Moscovo ou Caracas mas não em Lisboa.

 

“A Comissão Europeia decorre de um Parlamento Europeu em que o Partido Popular Europeu ganhou. A Comissão não é uma instituição extrapartidária e que não tem nada a ver com eleições, nem com partidos. Não. Também o é. Aquilo que a Comissão diz também é político. Há um debate político. Não é o Governo português contra a Comissão. É um Governo de centro-esquerda em Portugal contra em diálogo com uma Comissão que é de centro-direita, mas dentro da Comissão, à volta da Comissão e em vários governos europeus [há actores que] são solidários com o Governo português. É um debate político genuíno. Não devemos entrar nesta onda de pânico”.

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rr.sapo.pt|By Renascença
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