Mulheres molestadas

As noticias sobre ataques corporais a mulheres na Alemanha e na Finlândia, nos últimos dias de 2015, revelam uma face sombria da convivência de comunidades na Europa e como se escondem, debaixo de uma aparente convivência multiracial, problemas graves. Um dos problemas é o comportamento das minorias, a sua adesão aos valores e códigos morais dos países em que optaram por residir e sobretudo o respeito das leis vigentes. A natureza da democracia integra o respeito pela diversidade dos credos, das convicções e das concepções de vida e sociedade mas também uma inabalável determinação quanto à aplicação das leis aprovadas pelas instituições democráticas. Se numa comemoração da passagem do ano, grupos organizados molestam em público cidadãs de um país europeu é obrigação das suas autoridades perseguir os meliantes e puni-los, exemplarmente. Não pode haver hesitação, nesta matéria. Nem em nome do princípio da diferença nem da defesa dos direitos humanos. Ninguém aceitaria, no mundo muçulmano, que um ocidental mostrasse em público gestos afectuosos para com uma mulher muçulmana. Seria desrespeitoso, um agravo contra a “law of the land” e o código ético que decorre do Alcorão. No reverso, não se pode admitir comportamentos ofensivos da cordialidade e do respeito pelas mulheres, em solo europeu. A gravidade do evento é enorme. Da próxima vez que uma caucasiana for tocada por um árabe ou um negro teremos desacatos raciais na Europa. Não haja dúvida.

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