Crimes dos comunistas

Os crimes praticados pelos regimes comunistas (como bem assinala o José Lourenço, abaixo) causaram mais vítimas mortais e sofrimento que os regimes fascistas ou o nacional-socialismo. A contabilidade está feita e consta dos livros de história. Tentar ‘dourar’ esses regimes é uma falsificação histórica. Dos criminosos comunistas nenhum foi detido, julgado e incriminado. Apenas os correlegionários mais directos de Pol Pot estão a ser julgados, por um tribunal internacional, mas têm havido inúmeras pressões para pôr fim ao julgamento em nome da reconciliação nacional. Bem-dita reconciliação. Escrevia o José Milhazes, jornalista e homem da Lusa em Moscovo, que quando as tropas alemães chegaram em 1942 aos países que foram integrados na União Soviética em 1939 (Estónia, Letónia, Lituânia, etc) foram recebidos com palmas e aclamação tal o número de crimes e sofrimentos que os governos pro-comunistas haviam infligido a essas populações. Segundo o trabalho de R.J. Rummel sobre as vítimas dos regimes totalitários [Death by Government], 61 milhões de pessoas pereceram sob o regime comunista soviético, 35 milhões de pessoas morreram sob o regime comunista chinês, 20 milhões de pessoas pererecam no genocício perpetrado por Hitler, 6 milhões morreram nos territórios ocupados pelo regime militarista japonês, 2 milhões de pessoas foram selvaticamente executadas ou mortas pelo regime Khmer de Pol Pot, 1 milhão de pessoas foram executadas pelo regime comunista de Tito. Quer dizer, fazendo o balanço do número de crimes cometidos, os regimes comunistas que governaram (am) em nome da classe operária e da igualdade absoluta é muito superior aos cometidos pelos regimes fascistas, militaristas e de direita. Não se trata de isentar as culpas dos últimos mas colocar as coisas no seu devido pé. Apenas a entourage de Hitler foi julgada e executada por enforcamento no Julgamento de Nuremberga. Hitler havia sido morto no bombardeamento do seu quartel-general. Quanto aos outros nem um dedo se levantou para os incriminar. Putin celebra Lenine e Estaline como os pais da pátria, o regime chinês proibe que se discuta os crimes de Mao Zedong.

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A esquerda vive obcecada com a igualdade. Tudo tem de ceder passagem ao que eles acreditam ser a igualdade maximizada. Tudo sacrificado com a nivelação por baixo. Até chegarem ao poder. Depois de lá chegarem, a velha hierarquia dos poderosos é restabelecida, com outros cães-de-fila e outros torcinários. Penso às vezes que o velho Marx, se tivesse resistido mais algum tempo ao vício do cálice de vinho do Porto (e à cirrose) seria igual aos demais. Sem tirar nem pôr.

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