Eleições legislativas. PS e PSD-PP.

Um partido (ou coligação) que está no poder tem apenas de fazer passar os pontos essenciais da sua obra para o eleitorado. Publicitar a obra feita. No caso da coligação as coisas até nem têm corrido mal. Os prognósticos dos abelhudos do costume falharam em toda a ordem. Basta pegar nos dados económicos e apenas a despesa pública resvalou. À oposição cabe fazer promessas e embadeirar nelas. O programa do PS é uma cesta de coisas magníficas, com dinheiro que não existe. A fazer fé nas sondagens, o país está dividido a meio nas apetências eleitorais. O que até nem é mau. O dia da votação não é particularmente feliz, na véspera de um feriado, mas o mês de Outubro é já tempo de regresso às aulas para as famílias portuguesas. Como já escrevi noutro lugar, a menos que qualquer dos principais contendores faça asneira gritante os resultados vão ser colados. Maioria relativa para um dos lados (concordando com Miguel Sousa Tavares). Já não acredito que Cavaco dê posse a um governo minoritário que sabe que vai cair no Parlamento nos próximos seis meses. Não encaixa na sua maneira de ver as coisas. Se o PS ganhar há uma hipótese que é a aliança ao PCP num acordo de incidência parlamentar. É algo que nunca foi tentado na história da democracia portuguesa. Pareceu-me que Jerónimo de Sousa não engeita, de todo, essa possibilidade. Eleicoes Portugal

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