Vitor Sereno

O cônsul Vitor Sereno tem feito um excelente trabalho e voltou a pôr Macau no mapa. Ainda não há muito se dizia nalguns círculos que havia portugueses a mais em Macau e que não se deveria dar residência a estes. Trata-se de miopia porque a continuidade dos portugueses é a maior garantia que o Segundo Sistema será mantido incólume até 2049. No dia em que a presença deles for diminuta será mais fácil a assimilação desde o sistema jurídico, aos costumes, à relação com Pequim, ao exercício concreto das liberdades, designadamente de opinião. Vamos entrar em compita eleitoral, em que porventura tudo vai valer, mas é importante agora distinguir o essencial do acessório. Os representantes formais e ad-hoc das forças políticas nacionais têm nisso uma enorme responsabilidade. Uma coisa é a representação institucional de Portugal em Macau e em Pequim, outra a luta política, democrática e viva. Se os dois planos se confundem perde Portugal, perde a nossa comunidade aqui residente.

O cônsul-geral de Portugal em Macau e Hong Kong orgulha-se de ver reconhecido o contributo dos portugueses na RAEM e acredita que ainda têm “muito mais para dar”. Em declarações ao JORNAL TRIBUNA DE MACAU, Vítor Sereno sublinha ainda…
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