“Macau não tem hipótese de crescimento além do jogo”

“Macau não tem hipótese de crescimento além do jogo”

Quinze anos depois da transferência, a RAEM está mais rica, mais dependente dos casinos e da China e tem uma AL esvaziada de poder também por comodismo. Este é o diagnóstico do Fórum Luso-Asiático sobre o período pós-99.

Quinze anos depois da transferência, a RAEM está mais rica, mais dependente dos casinos e da China e tem uma AL esvaziada de poder também por comodismo. Este é o diagnóstico do Fórum Luso-Asiático sobre o período pós-99.

Patrícia Silva Alves

A mudança na economia de Macau desde a transferência foi tão grande que o economista Albano Martins prefere não apenas quantificar as alterações, mas usar uma comparação ilustrativa: “É como comparar um rato com um elefante”. E esse elefante, que hoje é a RAEM, está mais rico (dez vezes mais em relação a 1999), mais dependente da China Continental e, para o…

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