Almeida Ribeiro

JornalIQuem é o Almeida Ribeiro? Imaginar os serviços de informações a servirem de escutas de um Primeiro-Ministro em vez de recolherem informações necessárias à defesa da soberania nacional é a constatação do estado de abandalhamento a que chegou o exercício de algumas das principais funções de soberania de um Estado independente como é Portugal. E da necessidade de limpeza interna. Imaginar que alguém com bom senso usava estruturas do Estado para espiar os movimentos dos seus inimigos internos no PS torna–se difícil. Mas com Sócrates tudo foi possível. O mais inverosímel tornou-se realidade. Não sei se conseguiremos – adiante – olhar para isto com a serenidade e a parcomínia que merece. E não sei se o PS se livrará tão depressa destas metáteses que o consumiram a ponto de se tornar irreconhecível. Quero acreditar que é possível.

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