Grã-Bretanha pede contas à China sobre Hong Kong

Exactamente. Isto é algo que já estava à espera. Nenhuma das partes denunciou o tratado internacional consubstanciado na Declaração Conjunta Sino-Britânica sobre a questão de Hong Kong. Por isso mantém-se em vigor até 2043, data em que deixa de ter eficácia pois nessa data termina o chamado segundo período de transição. A quebra de um tratado internacional devolve à parte que se sente lesada o poder de exercer os poderes que se compreendem na soberania dos Estados, desde logo o de denunciar o tratado, depois de usar as sanções que a prática diplomática e a jurisprudência dos interesses aconselha. A China tem de ter atenção quando celebra acordos internacionais pois vincula-se com isso. E o sistema tem mecanismos para exigência de contas.

No South China Morning Post
“The head of a British parliamentary inquiry into Hong Kong said that China appears to have breached the terms of the Sino-British Joint Declaration when it ruled out the possibility of genuine democracy in the city on Sunday.’
http://www.scmp.com/frontpage/international

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