Relações inoportunas

Jornal i

A democracia representativa tem esta coisa magnífica da alternância democrática, vários partidos concorrendo para serem governo e cumprirem, aí, as ideias e os programas pelos quais se propuseram a escrutínio. As ditaduras não têm essa preocupação, cooptam os líderes e quando eles ficam velhos promovem novos líderes que foram formatados na escola do partido único. Os partidos eleitos devem ter a oportunidade de cumprirem o que se comprometeram sem se preocuparem com quem se ‘deitam’ ou não. Porque convenhamos, há relações que são inoportunas e também contra a natureza das coisas. Se o PS ganhar as eleições do próximo ano – como os socialistas vislumbram- devem ter todas as condições para governar o país. Sem muletas, justificativas ou imputação a outros de responsabilidades ou vantagens próprias.

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