Costa

Artigo Costa

De vez em quando lanço os olhos ao país distante. Vejo-me como observador no cimo da montanha, estendendo os olhos pelo horizonte e vendo o país lá em baixo e o mar. Talvez por isso já não me deixe tomar pela paixão. A coluna no HM chamei-a de ‘crepúsculo dos ídolos’ por alguma razão. Foram-se muitos neste trajecto de 60 anos. Entre pais ideológicos, filiações partidárias e outras. A penúltima devolvi-a num cartão partidário cortado aos bocadinhos dirigidos `a sede do partido a que por engano me aloquei nos anos 1980. E ao tipo (não tem outro nome) que ajudou à festa onde estamos, ou ‘bodega’ melhor dizendo. Se não fosse pela idade tinha feito outra vez neste ano, mas queda-se-me ainda uma réstea de esperança, no centro-direita. Se me enganei a quem apoei publicamente há 3 anos estarei sempre a tempo para corrigir o lanço. Somos plurais ali e inventivos nas soluções. Embora cometamos muitos erros. Fazer é errar. E corrigir o lanço. Temos desde Sá Carneiro uma enorme capacidade de transfiguração.

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