O inefável Pacheco

cunhal

Há coisas extraordinárias. Uma delas é que não consigo perceber porque o inenarrável Pacheco Pereira ainda está no PSD. A sua prosa sobre o cabeça de lista do PSD-PP às europeias (vide link abaixo) é demolidora. Olhando para a montra da Livraria Portuguesa o comentador é seguramente a alma penada do Barreirinhas Cunhal.  O homem tanto de escrever sobre o Cunhal tornou-se o seu clone (em versão Karl Marx barbudo). Tem o mesmo traço maquiavélico, a mesma dureza de convicções, aquele arrufo marialva “em quem não é por mim é contra mim”. Falta-lhe aquele partido de aço, disciplinado, onde Pacheco Pereira pudesse ser venerado e depois de morto, adulado. Uma espécie de Santinho de Fátima. Definitivamente estes tipos do PCP-ML são uns troca-tintas. Eram um pequeno bando da extrema-esquerda logo a seguir ao 25 de Abril. Tinham umas ‘bancas’ onde vendiam material em Medicinina, Letras e IST. Não lhes conheci uma única associação académica que ‘controlassem”. Quando a UEC tomou conta de algumas associações ‘à pancada’ os POPs (como eram chamados então) faziam de conta que não existiam. Mas o gerôncio Soares gosta dele e isso é que importa. Mais uns trabalhinhos para a Fundação em perspectiva? In http://abrupto.blogspot.com/?wref=bif 

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