Seguro-Passos

Pelos vistos apenas os crentes em milagres acreditavam ser possível um acordo de última hora entre os dois líderes. O encontro tinha sido “armadilhado” de parte a parte e pouco havia mais a fazer. O diálogo foi de surdos e o país mostra-se dividido a meio, aliás como revelam as sondagens. Cada vez é mais provável, depois da discussão do próximo Orçamento de Estado, o início do processo que levará a novas eleições. Nestas coisas tenho uma máxima: perdido por 10 perdido por 1000.

Isto apesar do sabor amargo tem uma constância do dêjà vu. Mas em vez do PS na sua aliança esporádica com o PRD, vai ser o PSD a dar a cambalhota. Todos querem contar votos para satisfazer as clientelas. Pelo lado do PS impacientam-se os habituais angariadores de contratos de que falava António Barreto numa célebre entrevista à RDP. Até porque os contratos em África não estão a dar os réditos que imaginavam os homens do lobby do betão armado, como deixava escapar para a imprensa económica um dos seus testas de ferro.

Nesta fase até Cavaco Silva está convencido desse desenlace. A única questão em aberto é saber quando acontecerá.

JornalDN

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