Pedro Santana Lopes

Não sei se ele consegue convencer alguém da seriedade dos propósitos. Fundou um partido personalista `a moda do PRD ou da ASDI mas os eleitores precisam entender porque vale a pena voltar nele e não no PSD. Fica-se com a ideia que fundou o Aliança, porque não conseguiu convencer os militantes que era uma alternativa melhor que Rui Rio. Conheço-o há 43 anos. Era ele dirigente do Movimento Independente da Direita na Faculdade de Direito. Bom tribuno, era um líder estudantil admirado. As querelas com Durão Barroso, líder então da linha estudantil Ousar Lutar, Ousar Vencer, ficaram para a história do movimento estudantil. O que um tinha em taticismo o outro tinha em dogmatismo. Marcelo Rebelo de Sousa achava piada aos dois e tê-los-á levado para o PSD. Santana colou-se a Sá Carneiro e foi o enfant terrible do PSD durante década. De vários presidentes. Barroso afastou-se da política, por uns tempos, enquanto tirava o mestrado de direito europeu em Lausanne. Regressaria mais tarde com Cavaco Silva. Com Sá Carneiro e Cavaco Silva houve uma preocupação de formar jovens quadros e fazê-los rodar em funções várias. Seria importante que Rui Rio retomasse rapidamente essa boa prática. Lembro-me de Passos Coelho falar no envelhecimento da liderança social-democrata e da necessidade de renovação. Há dezoito anos dei a cara por ele enquanto outros – bem perto de mim – faziam contas no ar e viam para onde soprava o vento. Passaram a ser passistas no dia a seguir ao que ele ganhou o congresso. Vejo com preocupação gente como Manuela Ferreira Leite ou Pacheco Pereira terem a preponderância que têm hoje no aconselhamento do líder. Não valem nada, são mesquinhos, estão lá apenas por vingança. E essa não inspira grandes acções. 

“Santana Lopes insiste na “convergência” à direita
O líder do Aliança admite que o partido não nasceu por sua causa, mas “por causa das políticas que há muitos anos” entende “que devem ser definidas”. Insiste que é preciso uma convergência à direita.”

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Entrevista da Vice-Presidente do PSD

Seria desagradável que assim fosse. O PSD teve sempre a preocupação, na sua história, de acomodar as várias sensibilidades quer no Conselho Nacional quer no Parlamento. Visto de longe o único critério que parece aceitável é a qualidade política e técnica dos social-democratas. Percebo que há relações de proximidade com as distritais que explique alguns nomes.

https://expresso.sapo.pt/politica/2019-01-19-Era-o-que-mais-faltava-que-alguem-fosse-eliminado-das-listas-do-PSD?fbclid=IwAR1C9VGW_PPvammozG4v84xVU3JPNOWTqx3FHZBW1bfze5pr4jZP20cgHjc#gs.qzPwV6p4

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Baseando-se em factos

Precisamos de um jornalismo com coragem. Uma coisa é uma investigação jornalística outra uma investigação criminal. Uma Câmara está obrigada aos mesmos condicionantes em termos de compras públicas que um qualquer departamento da administração central. Existe uma habilidade de transformar uma corriqueira consulta para prestação de um serviço em algo tão excepcional que assenta como luva no contratante que se quer (e é amigo). Normalmente o Tribunal de Contas tem criticado com dureza esta prática que é contrária `a parcimônia que deve existir na gestão do dinheiro público. Aliás neste caso pode chamar a si análise do processo. A aleivosia de “todos o fazem’ que se ouve por aí ‘e argumento de quem é useiro e vezeiro em torpedear a lei quando lhe traz vantagens e exigir um comportamento santo de outros. O Sr. Presidente da Câmara de Loures deveria demitir-se para ser coerente com os princípios que diz defender.

https://expresso.sapo.pt/politica/2019-01-19-Era-o-que-mais-faltava-que-alguem-fosse-eliminado-das-listas-do-PSD#gs.qzPwV6p4

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O Conselho Nacional do PSD


A reunião começou com 300 pessoas, votaram no fim 126, nem metade. Ou as intervenções se prolongaram excessivamente ou houve pouco interesse dos conselheiros. 60% de votos na moção de confiança ao Presidente é pouco. E não justifica embadeirar-se em arco. O que menos nos deve preocupar [no PSD] é o que Dr. A. Costa pensa. Importa é o que o país extrai da liderança do Dr. Rui Rio. 
Há uns anos Costa veio a Macau era então presidente da Câmara de Lisboa. Fiquei sentado ao lado dele num jantar oficial. Trocámos algumas palavras. Conheciamos amigos comuns na Câmara de Lisboa. É simpático, baixo e não mete medo a ninguém. Mal vai o partido de Sá Carneiro se se atemoriza. 

Na imprensa: 
“Quase dez horas depois do início do Conselho Nacional extraordinário, no Palácio Hotel, no Porto , Rui Rio viu aprovada a moção de confiança à sua Comissão Política Nacional com 75 votos a favor, 50 contra e um nulo, segundo fonte oficial social-democrata. Votaram 126 conselheiros nacionais, o que totaliza uma aprovação da moção da confiança por cerca de 60% dos votos.”

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As tolices do Sr. Yang Chen

Isto é absolutamente idiota. O Sr. lembrou-se de concorrer a reitor da Universidade de Coimbra por achar que tem curriculum para tal e desistiu entretanto: a entrevista era em português, língua do país em que se localiza a universidade. Coisa natural. E sente-se ferido no sue orgulho com isso. Imagine-se como ele articularia se seleccionado com o corpo docente da universidade? Em chinês? 
Imagine-se que num concurso para docente da Universidade de Macau, um candidato senegalês exigisse ser entrevistado na sua língua? Era ridículo não?
Ainda bem que em Macau as coisas estão muito facilitadas. Têm preferência os candidatos chineses e se possivel simpatizantes do partido comunista. Está o problema resolvido.  
No jornal Hoje Macau, de hoje.
Yang Chen, professor da Universidade de Macau, desistiu de concorrer à reitoria da Universidade de Coimbra por a audição pública dos candidatos ao cargo ter que ser feita em português, uma língua que não domina naturalmente”.

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Yvonne Leung e o infantilismo esquerdista

Ou é a minha falta de paciência ou isto está a ficar politicamente cada vez mais idiota. Faz-me lembrar as guerras de 1975 sobre a colagem de cartazes e quem arrancou ou não arrancou, o que resultava nuns chapadões e uns pontapés arbitrados normalmente com umas horas passadas na esquadra da polícia. Ou seja é criancisse de quem tem pouco para fazer. A rapariguinha veio fazer politica a Macau e aproveitou para passar para os próximos que vinha aqui. Naturalmente a polícia reagiu em automático. Está anotado no banco de dados que ela é persona non grata e a polícia de fronteira actuou. Repare-se não estou a justificar os casos pelos casos mas não sejamos inocentes ou estúpidos. Estes incidentes são provocações montados. Aqui não há improviso. O objectivo dos sobreviventes do Umbrella Movement é dar força a Sulu Sou, que é até um deputado participativo e empenhado. Mas que decepciona por vezes. Julguei que tivesse crescido entretanto polticamente, o que não aconteceu. Faz lembrar os esquerdistas do meu país a seguir ao 25 de Abril. Protesto semana sim semana sim para aparecer na TDM a ser entrevistado. Não percebo que se faça de uma noticia destas parangona. Talvez perceba: a falta de notícias. Macau é uma terra de província com uma acuidade noticiosa igual a Freixo-Espada-à-Cinta. Ou seja paroquialismo puro.

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Meneses e Rui Rio

Absolutamente. “Não me movimento nem por amiguismos nem por ódios e vinganças. Portanto, em coerência acho que nesta altura devemos cerrar fileiras à volta do líder do partido, ajudá-lo a arrepiar o caminho numa ou noutra coisa, tirar-lhe do lado alguns maus amigos que não o ajudam em coisa nenhuma”, disse Menezes em declarações aos jornalistas quando saiu no intervalo para jantar.”

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Eduardo Catroga

E uma das pechas da classe politica este deslumbramento pelos lugares no privado. Exerce-se lugares politicos para depois usar o círculo de influências para fazer tráfico de influências. Catroga é um deles. Mas se olharmos para a esquerda vemos a mesma coisa. Olhe-se para a construtora Mota e Cia. Estão lá todos. Não é um fenómeno português. Veja-se na Alemanha com um antigo chanceler. Um amigo meu que faleceu há bons anos gostava de dizer: todos os homens se vendem. Uns por fama, outros por dinheiro, outros por poder. A única diferença é no preço porque se vendem. Já agora isso não é exclusivo nos homens.

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Altice

A Altice segue a estratégia da PT para a redução de efectivos, a reforma antecipada. Afinal as criticas dos donos da empresa quanto à gestão de recursos humanos anterior sairam pela culatra. Seria interessante perceber os resultados da gestão da Altice daquele que foi o naco das telecomunicações portuguesas. Sacrificado por uma lógica submissa a Bruxelas de que Durão Barroso tem enormes culpas e que foi um dos grandes crimes lesa-pátria do Sr. José Sócrates.

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Pedro Siza Vieira

Seria importante que o ministro ajudasse e não contribuisse para o tráfico de influências que sistematicamente faz.

https://observador.pt/2019/01/16/pedro-siza-vieira-lamenta-destaque-dado-a-corrupcao-em-relatorio-da-ocde-da-um-sinal-externo-muito-negativo/?fbclid=IwAR3YsvqY2sIfrXTi85BfxMT6eaf2bBj85eSKUKsvzbPdkjwa-GI1G1BxuGs

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